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Tomás d´Orey Velasco

Tomás d´Orey Velasco / Tomás Frederico

Nasceu em LISBOA, 1988.
Estudou no Liceu do Pedro Nunes, Lisboa, 2012. Estudou na FAUL, 2017

Tomás é um Guarda, 2022

Lógica, simplicidade de processos.
“função primeiro e depois a forma”

Arquitetura

Arte

Patologias XVIII

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Ponte e casario

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Entrevista

Como te posicionas como arquiteto? Ou seja, que premissas usas para projetar e o que procuras como arquiteto? E porque dizes que a função é a resposta imediata da arquitetura?

A arquitetura é a minha paixão. Talvez seja a minha posição relativamente a ela. Projetar para mim é um desafio que sai fácil, como uma necessidade intrínseca de resolver o problema espacial que se apresenta. As minhas premissas para projetar são, primeiro, responder ao cliente. Não fazer isso é fazer um mau trabalho, a meu ver. Quem contrata quer ser bem servido e isso para mim é a primeira prioridade. Por isso diria que a primeira coisa a fazer é implementar o programa que me foi apresentado. Depois, o programa além de estar completo tem que funcionar. É por isso que costumo dizer que a função é a resposta imediata da arquitetura porque, de que vale ser bonito se depois não funciona? Por isso costumo dizer, e atenção que digo isto achando que as duas funcionam sempre lado a lado e em constante construção mas, em termos de importancia, diria que primeiro vem a função e só depois vem a forma. A forma é a consequência da função. Uma “boa” arquitetura para mim é um espaço que funciona. Uma “muito boa” é um espaço que funciona e que é agradável de se viver.

Sentes que a tua pintura se relaciona com a tua forma ver, pensar e fazer arquitetura?

Para além de arquiteto, gosto de pintar. E tal como exerço a primeira por prazer, a segunda também assim o é. Sempre desenhei desde miúdo. Sempre gostei de me refugiar numa folha de papel para viver a minha realidade. Costumava desenhar muito a cidade, algo que me introduziram no liceu no formato de “urban sketch” e andava sempre acompanhado do meu diário gráfico. Agradeço essa introdução aos meu professores de Artes. Mais tarde, quando terminei a faculdade e comecei a fazer o meu estágio profissional, experimentei aguarelas e passar do esquisso a preto e branco à cor. E gostei! Começei então a desenhar cenários, só que desta vez não só do ambiente que me rodeava mas também de cenários na minha cabeça. Talvez um toque de surrealismo tenha surgido e exista nas coisas que eu faço. Começei a vender porque tive pessoas interessadas no meu trabalho e percebi que podia explorar um pouco mais esta vontade de expressão. Daí em diante e até aos dias de hoje tenho vindo a explorar muitos outros médios de pintura e sempre que posso, quando o trabalho assim o permite, gosto de pintar.

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